26 de agosto de 2016

120 integrantes da Força Nacional vão reforçar segurança em Porto Alegre


Por solicitação do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, o presidente interino Michel Temer enviará cerca de 150 integrantes da Força Nacional a Porto Alegre para ajudar as autoridades locais a combater a onda de violência que amedronta e ameaça a liberdade dos cidadãos da capital gaúcha nas últimas semanas. Em reunião que teve com Temer, no final da manhã de hoje (26), Sartori pediu também a construção de uma penitenciária federal no estado, para aliviar o problema de superlotação dos presídios e delegacias estaduais.


A violência:


Nos últimos dias, uma médica foi assassinada na capital, um triplo homicídio ocorreu em Alvorada e um homem foi executado no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). No final da tarde de ontem, uma mulher foi morta. Ela aguardava o filho do lado de fora da escola quando foi vítima de latrocínio.

Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul pede exoneração:

Diante dessa situação, o secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Wantuir Jacini, acabou por pedir ontem (25) sua exoneração do cargo, e um gabinete de crise foi criado para lidar com a situação. Ele será coordenado pelo vice-governador, José Paulo Cairoli.

Providências:

Na busca por amparo do governo federal, Sartori foi a Brasília para se encontrar com presidente interino Temer. Segundo o governador, Temer disse que deslocará um contingente da Força Nacional para auxiliar a Brigada Militar na região metropolitana de Porto Alegre. “Esta será a primeira etapa. Solicitamos, ainda, armas, equipamentos, veículos e também um presídio federal na capital ou para o RS, para ampliar as ações que todos temos nesse campo da área penitenciária de segurança”, disse o governador. O efetivo contendo em torno de 120 homens deverá chegar em Porto Alegre até domingo (28).

Fonte: Governo do Estado do RS.

24 de agosto de 2016

Pesquisa Ibope revela intenção de votos no primeiro turno em Porto Alegre


O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o protocolo RS-09253/2016. A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.


Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de Porto Alegre:

- Luciana Genro (PSOL) - 23%
- Raul Pont (PT) - 18%
- Nelson Marchezan Júnior (PSDB) - 12%
- Sebastião Melo (PMDB) - 10%
- João Carlos Rodrigues (PMN) - 3%
- Júlio Flores (PSTU) - 3%
- Mauricio Dziedricki (PTB) - 3%
- Marcello Chiodo (PV) - 2%
- Fábio Ostermann (PSL) - 1%
- Branco/nulo - 15%
- Não sabe/não respondeu - 10%


Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados são perguntados sobre a intenção de voto sem a apresentação dos nomes dos candidatos, 60% declaram não saber em quem votar, enquanto 15% declaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
A candidata Luciana Genro é mencionada espontaneamente por 7% dos porto-alegrenses, e Raul Pont e Sebastião Melo, por 5%. Nelson Marchezan Júnior, por 3%.

Avaliação da administração Fortunati

Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação da administração do prefeito José Fortunati. Veja os números:

- Regular - 41%
- Ruim/péssima - 40%
- Ótima/boa - 17%
- Não sabem avaliar - 2%

Segundo o Ibope, 63% desaprovam a forma como Fortunati vem administrando o município; 29% declaram que a aprovam. Aqueles que não sabem ou preferem não responder somam 7%.

Fonte: (RBS/IBOPE)

23 de agosto de 2016

Prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto (PDT) ameaça CCs que não ajudarem em campanha


O presidente da Famurs e prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto (PDT), teve divulgados áudios publicados em um grupo de WhatsApp em que é flagrado coagindo servidores a prestarem apoio político na próxima campanha eleitoral. A denúncia foi levada ao ar no programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba. Nos áudios, Pinto pode ser ouvido falando na necessidade de apoio fora do horário de trabalho para fins políticos e também a incerteza de garantia dos empregos para aqueles que não se comprometerem com as campanhas deste ano.

Nos áudios, o prefeito é ouvido dizendo que vai observar os CCs: “eu não sou candidato, mas vou ficar observando, porque sinceramente, nós precisamos dos companheiros que vestem a camiseta”. Na sequência, fala do viés político e ameaça: “eu agradeço o trabalho que já é feito na Prefeitura, mas precisamos do viés político (…) quem estiver imbuído desse espírito, vai continuar, quem não estiver, eu compreendo e respeito, mas vai dar espaço pra outros (…)”. Pinto ainda ressaltou o comportamento dos CCs nas redes sociais: “muita gente que tão (sic) ocupando cargos, que tem Facebook, eu não vejo curtir. Muitos não curtem nada da Prefeitura, daquilo que eu postei.”

O prefeito alegou que não realizou nenhuma reunião oficial e que o conteúdo dos áudios foi divulgado de modo informal em um grupo de WhatsApp. Ele afirmou que não vê gravidade na questão e que, na verdade, demonstrou preocupação com o futuro dos servidores. Pinto ainda assegurou que não fazia menção ao trabalho dos CCs dentro do expediente, e sim fora dele, como apoiadores.”Não me reuni e não estou pressionando ninguém”, disse.

FONTE: http://www.radioguaiba.com.br/noticia/em-audio-presidente-da-famurs-ameaca-ccs-que-nao-ajudarem-em-campanha-eleitoral/

28 de junho de 2016

Operação Boca Livre: PF faz operação contra desvios da Lei Rouanet


A Polícia Federal, em ação conjunta com a CGU - Controladoria-Geral da União, deflagrou, nesta terça-feira (28), a Operação Boca Livre,  que visa apurar o desvio de recursos federais em projetos culturais com benefícios de isenção fiscal previstos na Lei Rouanet.

A investigação apura eventos corporativos, shows com artistas famosos em festas privadas para grandes empresas, livros institucionais e até mesmo uma festa de casamento que foram custeados com recursos da Lei Rouanet, de acordo com a denúncia.

São cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 37 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Trabalham no caso 124 policiais federais e servidores da Controladoria Geral da União. Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal em São Paulo.

As fraudes ocorriam com a não execução de projetos, com o superfaturamento, notas fiscais de serviços ou produtos fictícios, projetos simulados e duplicados, além da promoção de contrapartidas ilícitas às incentivadoras.

Segundo as investigações da Operação Boca Livre, um grupo criminoso atuou por quase 20 anos no Ministério da Cultura e conseguiu aprovação de R$ 180 milhões em projetos fraudulentos. O nome da operação diz tudo.

23 de junho de 2016

Ex-ministro Paulo Bernardo é preso



Foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (23) o ex-ministro Paulo Bernardo, dos governos Lula e Dilma, em uma operação da Polícia Federal realizada após desdobramento da Lava Jato. Ele foi detido em Brasília, no apartamento funcional onde estava com a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-­PR). 

A casa dos dois em Curitiba também foi alvo de buscas. O petista foi levado à sede da PF em São Paulo, onde estão centralizadas as investigações. 



22 de junho de 2016

A disputa eleitoral para a Prefeitura de Porto Alegre



A "mão da esquerda"

As eleições municipais para a prefeitura de Porto Alegre, nos últimos anos, foram decididas pela por um diferencial bastante específico: a conquista do voto de esquerda. Se voltarmos quase 30 anos na história de nossa cidade teremos os seguintes prefeitos: Raul Pont (PT), Tarso Genro (PT),  José Fogaça (PPS/ PMDB) e José Fortunati (PDT). 

Mas o que eles têm em comum? Ambos possuem uma identidade, algum tipo de relacionamento passado com a  esquerda.

Tarso Genro e Raul Pont foram eleitos pelo PT (Partido dos Trabalhadores) na ascensão do partido e da esquerda em Porto Alegre. José Fogaça, em 2004, pertencia ao PPS (Partido Popular Socialista), mas também  foi professor de cursinho e o defensor das Diretas Já e José Fortunati, bem, este pertenceu ao PT, inclusive sendo vice-prefeito em 1997 pelo partido. Ambos, de alguma forma, possuem algum tipo de elo com um passado de esquerda e com partidos de esquerda. 

Porto Alegre é um dos maiores berços da esquerda, combinadas com a intervenção de uma visão internacional da utopia do socialismo, sendo um dos colegiados mais expressivos no país. Porto Alegre foi a capital que sediou o Fórum Social Mundial e que por muito tempo foi sinônimo de esperança de tempos melhores, com a filosofia de políticas socialistas que pregavam mais pluralismo, politicas sociais, medidas e participações populares, apelo a práticas mais democráticas e pela luta de direitos de categorias, como por exemplo os professores, com base em uma visão mais revolucionária, propagada na época pelo PT, que já foi considerado o movimento de esquerda mais importante da América Latina.

Pois de fato, até hoje, estes valores e preceitos estão enraizados na cultura da nossa capital. 

Basta observarmos hoje as invasões sistemáticas ao Centro Administrativo, nas Escolas, na Assembleia Legislativa e recentemente na Câmara de Vereadores (ainda ocupada) e outros. Trata-se de uma espécie de “herança sanguínea revolucionária” na qual a cultura da nossa capital absorveu esse tipo de comportamento.

Mas há também outras correntes que decidem em Porto Alegre. Proporcionalmente contrários a esses eleitores estão os eleitores que se opõem totalmente a essa visão esquerdista e revolucionária e que, portanto, votam categórica e radicalmente contrários a essa lógica.

Restando um pequeno espectro eleitoral, uma oscilante fatia de indecisos que migram tanto para direita e para a esquerda, conforme o “andar da carruagem”.

Não estou dizendo que um candidato "anti-esquerda" ou "anti-direita" não seja capaz de conquistar a Prefeitura de Porto Alegre, não é isso. Entretanto, as chances se amplificam, quando há uma combinação de história + discurso + currículo  que seja agregadora, de modo a unir o eleitorado, de esquerda e direita, em uma nova direção. E a história de Porto Alegre confirma isso.


A disputa eleitoral de Porto Alegre

Na disputa eleitoral de Porto Alegre temos os seguintes pré-candidatos e partidos: 

O ex-deputado e ex-secretário de educação do estado Vieira da Cunha (PDT), que certamente é forte candidato (poderia-se dizer o favorito) por seu currículo, experiência e por seu partido ter a identidade que possui em nossa capital. Também pela identidade Brizolista, que acompanha a história do partido e de seus membros e que, portanto, pode vir a fazer diferença. Vieira deverá vir acompanhado de PP como vice;

O atual vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB), também forte candidato, que sabidamente possui muita experiência, tanto na Câmara quanto junto a Prefeitura, precisará de muito jogo de cintura na disputa eleitoral, devido ao natural desgaste do governo e os ataques que irá receber ao longo da campanha. Melo virá apoiado pelos partidos que já declararam apoio, PHS, PPS, PSB e PSD, que provavelmente virá de Vice;

Na disputa também temos o deputado estadual Mauricio Dziedricki (PTB), que deverá estabelecer em breve um candidato à vice. O PTB virá com um candidato jovem e cheio de energia que certamente irá fazer barulho;

Também na disputa temos o jovem vereador Rodrigo Maroni (PR), ainda no primeiro mandato, protetor dos animais, que deverá sofrer assédio de diversos partidos, já que o tempo de TV também é recurso de extrema relevante na disputa;

Há, ainda, os pré-candidatos dos deputados federais Nelson Marchezan Júnior (PSDB) e Onyx Lorenzoni (DEM), ambos com um posicionamento bastante parecido (ambos anti-PT), entretanto candidatos distintos, mas com um poder de comunicação excelente e afiado em seus discursos. Ambos já concorreram a prefeitura em outros momentos e podem surpreender. Possuem perfis diferentes e um senso crítico bastante apurado e ideias novas para a cidade;

Marcello Chiodo do (PV) é ex-vereador de Porto Alegre e também concorrerá. É cabeleireiro e presidente do SINCARS (Sindicato dos Cabeleireiros do RS);

Ainda no tabuleiro estão Vera Guasso (PSTU), e Luciana Genro (PSOL), na qual se colocam totalmente contrários as práticas administrativas hoje realizadas na prefeitura. Luciana Genro sempre vem muito bem preparada para a disputa eleitoral, com discurso firme e bastante duro, muito semelhante ao PT no seu começo nos anos 80. Já o PSTU, geralmente, adquire o voto de protesto dos mais radicais de extrema esquerda.

Quanto ao (PC do B), de Manuela D’ávila, esta possivelmente irá se agregar ao ex-deputado Raul Pont (PT), que seria o maior representante da esquerda hoje em nossa capital, pelo seu passado, como deputado e ex-prefeito de Porto Alegre. Ambos são bons debatedores, mas Raul Pont certamente é mais experiente e possui uma representatividade muito forte com aquele eleitor que mencionei acima, identificado com os valores e raízes de esquerda histórica em nossa capital.

Ainda haverá alguns ajustes e modificações neste cenário de articulação política dos partidos, mas em breve teremos a oficialização das candidaturas.

Certamente a conjuntura político nacional, bem como o cenário econômico, as investigações da Lava Jato e demais fatos políticos de nosso cotidianos e desgaste sistêmico da classe política vão refletir nas urnas. 

Os candidatos deverão ter paciência, estar muito bem preparados para enfrentar críticas, bem como ter muita competência para realizar proposições realistas e coerentes com as eminentes necessidades da capital dos gaúchos.

O cenário político atual aponta para a tradicional polarização das candidaturas (direita e esquerda) e, portanto, os partidos deverão se articular no sentido de realizarem uma força de coalizão para o segundo turno, tanto na esquerda quanto na direita, de modo a obter maior força para a conquista do eleitorado. 

Como disse a Esfinge a Édipo: Decifra-me ou devoro-te. Quem decifrar em tempo o enigma da Esfinge poderá estar a frente da Prefeitura de Porto Alegre no ano que vem.  O jogo já começou e a decisão sempre acontece no detalhe. Que vença o melhor para nossa cidade!

21 de junho de 2016

Confira o cronograma do Acampamento Farroupilha 2016


A Coordenação de Tradição e Folclore da Secretaria da Cultura de Porto Alegre divulgou nesta segunda-feira, 20, o cronograma do Acampamento Farroupilha 2016. O evento está programado para iniciar dia 7 de setembro com encerramento no dia 20 de setembro. Conforme o coordenador de Tradição e Folclore, Giovani Tubino, as entidades estão convocadas para o dia 4 de julho, para reunião geral, onde será divulgado o regulamento, as regras dos bombeiros e demais esclarecimentos.

Cronograma
04 de julho - 20h - Reunião-geral com acampados para divulgação do Regulamento 2016, regras dos bombeiros e ainda esclarecimentos gerais. Comparecimento obrigatório dos patrões das entidades.
Local: Centro de Eventos Casa do Gaúcho no Parque da Harmonia.

Inscrições
De 11 a 15 de julho - Período de inscrições do Acampamento 2016
Local: Usina do Gasômetro das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.

Requisitos para inscrição
1- Alvará do ano anterior, assinado e sem penalidades;
2- Projeto Cultural a ser desenvolvido no evento, com data e horário, impresso e em mídia;
3- Ata atual da Patronagem;
4- Comprovação de filiação a uma associação (1ª RT, Acamparh, Aspergs, MTG), ou então comprovação de CNPJ da entidade;
5- Comprovação de dois integrantes, pelo menos um com curso de prevenção de incêndio com certificado válido.
6- Comprovação de depósito do valor correspondente ao pagamento da conta de energia elétrica.

Para as entidades novas que pretendem espaços no Acampamento Farroupilha 2016, além destes requisitos deve acrescentar a Ata de Fundação da Entidade.

Obs.: Hoje não existem vagas para novas entidades, pois, a Comissão deverá determinar a quantidade de vagas a partir do término do período de inscrições.

Montagem e Desmontagem do Acampamento
Período oficial do evento:  de 7até 20 de setembro.
Período de Montagem: de 20 de agosto até 2 de setembro
Vistoria dos Bombeiros: De 2 até 6 de setembro
Período de desmontagem: de 21 até 30 de setembro

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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